terça-feira, 3 de agosto de 2010

Guarapuava e Beto Richa: temos muito a fazer

O candidato a governador Beto Richa desembarca em Guarapuava nesta quarta-feira, dia 4, para um encontro muito importante. Guarapuava é um dos municípios mais antigos do Paraná, é referência como produtor de alimentos e está se tornando um dos principais polos no ensino universitário – agora reforçado com o reconhecido trabalho realizado pelo deputado federal Cezar Silvestri para instalação da Universidade Tecnológica Federal.
Mas Beto Richa desembarca num município, Guarapuava, que não é valorizado como deveria pelo governo do Estado. Temos vastas áreas de terras produtivas, com alta tecnologia no cultivo de culturas agrícolas; temos agricultores e pecuaristas experientes, com tradição e conhecimento em pesquisas e produtividade; temos oferta de mão de obra; e uma população superior a 500.000 habitantes, se somarmos o número de habitantes de todos os municípios da região.
Em outras palavras: temos potencial de consumo, para fazer o comércio vender mais, girar ainda mais suas mercadorias; e também uma localização invejavelmente estratégica, em pleno Centro do Estado, com ligação rodoviária e ferroviária.
Diria, ainda, que a Região de Guarapuava é dotado de belezas naturais, clima de estância (ameno no verão e rigoroso no inverno) e uma população hospitaleira. Padrões ideais para o desenvolvimento da indústria do turismo.



Nossa mensagem ao Beto: "A Região de Guarapuava é um gigante adormecido. Tem muito mais a oferecer ao Paraná"

GIGANTE ADORMECIDO

Nossa população é jovem, sedenta por novas oportunidades. Acostumados a baixas temperaturas, não nos acanhamos para o trabalho. Quando o frio aperta, nosso maior recurso é o calor humano.
Com todo esse perfil, a Região de Guarapuava é um gigante adormecido. Tem muito mais a oferecer ao Paraná. Só precisa de um impulso para fortalecer suas empresas, suas indústrias, e para que mais oportunidades de negócios sejam criadas, principalmente com incentivos a agroindústrias, para transformação da nossa matéria-prima agrícola.
Tudo isso passa pela oferta de mais escolas para crianças, adolescentes e jovens. Do ensino básico às universidades. Pois são estas cabeças que irão pensar novas oportunidades, criar novas tecnologias, novos equipamentos, novas empresas.
Parece que o futuro é longe, e os problemas estão aqui, agora.
Posso até concordar. Afinal, já perdemos tanto tempo.
Só que muita coisa boa está acontecendo. Não posso deixar de reconhecer avanços na Unicentro, com novos cursos e ampliação da área física. Como também as novas faculdades e agora, a chegada da Universidade Tecnológica.
O governo do Estado, porém, tem uma função vital na saúde, na educação fundamental e em projetos que vinculem o ensino universitário à geração de tecnologias para o empreendedorismo empresarial.
Os produtores rurais, de onde sai o alimento para a mesa do consumidor, reclama o mínimo: programas que o estimulem a produzir mais e estradas boas para escoamento da produção. Nessa soma entra a agricultura familiar.
Temos que repensar a política fiscal do Estado, para que os municípios menores tenham maior participação na divisão dos tributos.
Beto Richa chega a Guarapuava e traz consigo o seu projeto de interiorização de investimentos. Este é um dos motivos pelo qual estamos com ele. O Beto já provou que faz.