apostar nas cidades
de médio e pequeno portes,
na população do Interior,
é impedir – e até reverter – esse
agudo quadro de insegurança.
A violência, a fome e a submoradia são problemas crônicos dos grandes centros urbanos. Enquanto isso, no Interior do Estado, milhares de pessoas são obrigadas a deixar suas cidades, procurando centros maiores, em busca do sonho da felicidade que acaba se transformando em pesadelo. São essas pessoas, que antes moravam no Interior, que engrossam a fila da miséria e do desespero nas grandes cidades, atormentadas pelo crescimento da criminalidade.
Não basta investimentos nestes grandes centros urbanos. Eles são necessários, porque há problemas emergenciais. Mas apostar nas cidades de médio e pequeno portes, na população do Interior, é impedir – e até reverter – esse agudo quadro de insegurança.
As pessoas querem uma vida simples, tranquila, com dignidade, no lugar perto de onde nasceram. E não precisam de muito. Se têm acesso a alimentos, a esgoto sanitário para evitar doenças, à educaçao de seus filhos, a oportunidades de negócios, é o suficiente para serem felizes.
O resto é consequência. Porque os jovens merecem espaços de cultura, lazer, entretenimento. E os pais querem tranquilidade, uma vida com rotina segura dentro de sua própria cidade.
