Conversas e documentos assinados formalizaram nossas reivindicações ao presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, para construção de casas populares em Guarapuava. Déficit é grande e antigo Em Guarapuava, mais de 3.000 famílias têm carência de casa própria. Este déficit habitacional é histórico, existe há muito tempo. Se houvesse um novo levantamento, certamente o número seria maior.
Antes de assumirmos nosso mandato como deputado estadual, quando o governo Beto Richa já havia iniciado, começamos uma série de visitas a setores estratégicos da Administração Estadual, tamanha era nossa preocupação com áreas vitais que clamavam por investimentos emergenciais.
Tínhamos uma preocupação muito particular com Guarapuava, nossa cidade natal e também nossa principal base de atuação política. Principalmente, por acumular deficiências que se arrastavam por anos, tal como esta no setor de moradias populares.
Entre os diversos órgãos e Secretarias de Estado que visitamos, estava a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar). Ali encontrava-se um possibilidade, mais que concreta, para ajudar a minorar este problema gravíssimo, antigo, no maior Município em área territorial do Paraná.
Os anos se passaram, Guarapuava teve um (ainda que leve) crescimento populacional, as demandas sociais aumentaram, e a falta de casas para as famílias de baixa renda persisitu.
Foi com imensa satisfação que recebemos, ao encaminharmos solicitação por escrito, em janeiro deste ano, a confirmação do presidente da Cohapar, Mounir Chaowiche, da construção de 500 casas em Guarapuava.
Tenho consciência plena do dever cumprido e de que esta luta está só no começo. Há muito o que se fazer, para atingirmos a meta ideal. E quanto mais pessoas se somarem, mais possibilidades teremos, para acrescentar ao que já iniciamos, lá atrás.
Somar forças, em prol do bem-comum, é uma de nossas especialidades.