CESAR SILVESTRI FILHO
Dois acontecimentos recentes, nos quais tivemos participação e daremos continuidade, trazem aos municípios do Paraná uma nova perspectiva em apoio ao desenvolvimento social e econômico.
Aceitei presidir a Frente Parlamentar da Silvicultura acreditando no potencial florestal do nosso Estado. Venho de uma região, Guarapuava, Centro-Sul, que viveu intensamente o ciclo da madeira na metade do Século XX e hoje abriga uma das maiores áreas reflorestadas do Estado, com mais de 70.000 hectares.
Aceitei presidir a Frente Parlamentar da Silvicultura acreditando no potencial florestal do nosso Estado. Venho de uma região, Guarapuava, Centro-Sul, que viveu intensamente o ciclo da madeira na metade do Século XX e hoje abriga uma das maiores áreas reflorestadas do Estado, com mais de 70.000 hectares.
A diferença em relação agora, é de que a Frente Parlamentar cria possibilidades de programas governamentais voltados ao florestamento e reflorestamento a partir da realidade enfrentada por este setor, com a participação direta das entidades representativas. Mais do que políticas de incentivo (como aconteceu no passado, com programas fiscais de reflorestamento), hoje evidencia-se a importância de projetos perenes, de longo prazo, que é uma característica deste segmento comercial.
A estadualização de estradas em diversos municípios paranaenses é o outro programa a que fiz menção. Estamos em pleno Século 21, época em que se fala em trem-bala, metrôs, conexão em banda larga de alta velocidade. Enquanto isso, há cidades do nosso Estado que seguer estão ligadas por asfalto.
Nosso apoio ao Governo Beto Richa deu-se muito antes das eleições. Na fase pré-eleitoral, tínhamos compromisso com uma nova proposta, de dotar o Paraná de infra-estrutura moderna e eficiente, com a devida atenção às regiões mais carentes.
É impossível falar em desenvolvimento e qualidade de vida, sem defender a implantação de condições básicas.
Estamos cientes que a proposta da silvicultura é tão importante quanto outros programas econômicos – e somos especialmente defensores de interiorizar investimentos para estimular a agroindústria, a saúde, a educação (em todos os campos do conhecimento, que também priorizem a oferta de mão de obra e o empreendedorismo), a melhoria das cidades e das populações que vivem e produzem nas áreas rurais.
Despertas as vocações econômicas e atender as já existentes é o dever do governante. Ao legislador – eu entre eles, como deputado estadual – cabe à tarefa de promover leis e instigar o debate comunitário, para o aperfeiçoamento e eficácia da legislação, por extensão das ações governamentais.
Estamos nesse caminho, desde que assumimos nosso mandato público.